30 de agosto de 2010

O analfabeto político

"O pior analfabeto é o analfabeto político.
Ele não ouve, não fala, nem participa dos acontecimentos políticos.
Ele não sabe que o custo de vida, o preço do feijão, do peixe, da farinha, do aluguel, do sapato e do remédio
dependem das decisões políticas.
O analfabeto político é tão burro que se orgulha e estufa o peito dizendo que odeia a política.
Não sabe o imbecil que, da sua ignorância política, nasce a prostituta, o menor abandonado, o assaltante, e o pior de todos os bandidos: que é o político vigarista, pilantra, o corrupto e lacaio dos exploradores do povo."
Bertolt Brecht

29 de agosto de 2010

Na sociedade atual, é possível educar nos limites?

Nesta sociedade de consumo e bem-estar, que tem como modelo de pessoa o ser-consumidor, com um sistema econômico totalmente focado na exploração da capacidade ilimitada que o ser humano tem de desejar, nesta cultura da riqueza e o prazer... Será possível educar nos limites? Quem pode educar no controle dos próprios limites, se todos nós somos consumidores compulsivos? Existe alguma alternativa? 
Palestra ministrada no Congresso Internacional de Educação da Conexa Eventos em Pouso Alegre. Para acessar ao material clicar aqui.

24 de agosto de 2010

Seguimos em campanha

"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem."

Bertold Brecht

8 de agosto de 2010

Em campanha...

No mês que a Igreja brasileira dedica às vocações e já envolvidos na campanha política para as próximas eleições, eu me pergunto:
  • Cadê os/as políticos/as vocacionados/as?
  • Quem estragou definitivamente a política profissionalizando-a?
  • Por que os/as políticos/as olham mais para o seu emprego (e salário) que para o serviço público que prestarão?
  • Quem pode sonhar com um país melhor se seus dirigentes e representantes só olham seu próprio umbigo?
  • Como confiar o nosso futuro nas mãos destes profissionais do lobby, da imagem, da vida boa, cuja lei é “trabalha pouco e recebe muito”?
Quando os meios para o bem comum se transformam em fins e os representantes do povo viram “funcionários/as”, podemos dar por morta a democracia.
Quem deveria servir para atender as necessidades e os direitos da sociedade, trabalha focado num único objetivo: ocupar um lugar dentro das estruturas de poder para poder garantir sua vida e seu futuro individual.
As estruturas, quando absolutizadas, matam a criatividade e desprezam a dignidade da pessoa. O poder corrompe os mais nobres corações e deixa apodrecer os melhores sonhos.
Será possível, algum dia, uma política diferente, melhor? Acho que com os/as atuais profissionais da política não dá.

2 de agosto de 2010

Escolápios - Brasil

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